sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Jordania - Deserto de Wadi Rum

Pegamos o ônibus bem cedo no albergue em Petra, em  direção a Wadi Rum, um vilarejo na beira do deserto. Algumas horas no ônibus "super confortável" nós chegamos no vilarejo, cada um com dor em uma parte do corpo. Entramos no escritório do guias/beduínos e ficamos esperando com algumas outras pessoas a hora de entrarmos no jeep e partirmos pro deserto. Enquanto isso conhecemos o resto do pessoal que ia com a gente pro tour, tinha o Jorge, um casal de belgas e uma família alemã.
Depois de um tempo tomando chá árabe o guia chegou e lá fomos nós. O motorista ia na frente com toda a comida e todos nos íamos pulando na parte de trás. E o jeep começou a entrar no meio daquele areião todo e depois de pouco tempo não conseguíamos mais ver a vila onde estávamos. Para os lados eram só montanhas de pedras e areia e algumas dunas também passavam pra diferenciar um pouco a paisagem. Logo fizemos a primeira parada para ver uma fonte em cima de uma montanha.
A subida era meio difícil e demoramos um pouco pra subirmos e quando chegamos lá só tinha uma pequena poça de água e uma árvore bem grande com uma ótima sombra onde pudemos descansar antes de acharmos o caminho de volta morro abaixo. Enquanto descansavamos o resto do grupo foi descendo e quando ficamos só nos dois e o Jorge, a Ane viu uma cobra correr por entre as pedras e se enfiar embaixo de uma delas!! Bom, menos mal, antes uma cobra que uma lagartixa!! Pelo menos pra Ane!!

Chegando lá na tenda beduína tomamos mais um chazinho, só pra variar, e depois de ver as coisas que eles vendiam por lá, pulamos no jeep de volta e voltamos a ver areia, dunas e pedras por todo lado. Paramos na frente de uma duna para podermos subir, foi uma boa escaladinha, já que andar em areia não é nada fácil. A areia desse deserto é vermelha, que fazia contraste com o céu azul sem nenhuma nuvem e deixava a paisagem ainda mais incrível! Algumas pessoas desceram correndo, a Ane inclusive, eu só fui filmando ela e tentando não deixar mais areia entrar no meu tênis, hehehe. Da duna fomos ver uma ponte que liga duas montanhas, mas é uma ponte natural, formada nas montanhas. Quando chegamos na frente das montanhas o guia falou que precisaríamos de umas 5 horas pra irmos ate lá, com um guia e não ao meio dia!! Ai tiramos algumas fotos e enquanto íamos pra próxima parada o nosso guia, o beduíno nos contou que aquela ponte não era a ponte que estava no nosso pacote e que aquela é bem difícil e você geralmente paga um guia específico pra subir aquela montanha e também disse que já estávamos chegando na outra ponte que essa sim iríamos poder subir.
Quando chegamos vimos aquela formação rochosa bem estranha, com uma ponte ligando dois morros. E realmente essa ponte era muito mais baixa e fácil de subir que a anterior! Tiramos algumas fotos e já subimos pra tirarmos fotos da vista lá de cima também. A subida foi fácil e logo a Ane, que não quis subir porque ainda estava se recuperando de gripe e andava meio sem fôlego, estava tirando varias fotos de todos lá em cima.

Outra parada foi pra ver onde era a casa de um personagem de um filme da década de 50, Lawrence of Arabia (preto e branco!) Obviamente que nunca vimos mas assim que chegarmos no Brasil, vamos fazer nossa lição de casa e ver do se trata exatamente.
A próxima parada foi meio sem graça tambem, paramos numa entrada de um canion, onde tinham alguns hieroglifos. Tiramos umas fotos, vimos os desenhos que poderiam muito bem ter sido feitos algumas semanas antes e não milhões de anos, passamos por mais uma lojinha e voltamos pro jeep.
De lá passeamos mais um tempinho pelo deserto a caminho do lugar onde iríamos parar pra almoçar e descansar um pouco! O lugar era ótimo, em um canion totalmente coberto pela sombra das montanhas. Montamos o pic-nic, cada um pegou seu kit e de barriga cheia, descansamos um pouco do calor do sol do deserto naquela sombrinha fresca.
Depois da siesta, passeamos de novo pelo deserto, a vista é incrível, areia pra todo lado e uma sensação de infinito. Não tinha uma foto que tirávamos que capturava exatamente tudo aquilo que estávamos vendo, precisaríamos de uma foto gigante pra pegar tudo aquilo que nossos olhos podiam ver pra talvez voce conseguir ter uma idéia do que é aquila vista.
Depois de mais vários minutos no jeep, chegamos no lugar onde iríamos passar a noite, o acampamento beduíno! O acampamento era muito bem preparado, uma barraca enorme com vários "quartos" alem da sala onde era servida a comida. Todos os cômodos eram no estilo beduíno, uns panos bem grossos pretos com detalhes em vermelho e branco, que mais pareciam uns tapetes!
Chegamos, deixamos nossas coisas nos quartos, e fomos tomar mais um cha beduíno na sala. Nessa hora nos despedimos da família alemã que foi embora porque já tinham passado a ultima noite lá. Ficamos só nós dois, o Jorge e o casal belga, Hanna e Adrian. Acabamos conversando bastante com o casal, que é muito legal,  enquanto o Jorge tocava violão lá fora.
Um tempo depois apareceu lá no acampamento um cara com dois camelos e como não podíamos perder a oportunidade, fomos dar uma volta para saber como é. Andamos pouco, só meia hora, ate porque o Jorge, que já tinha andado antes falou que andou uma hora e mal conseguia andar quando desceu, hehehe. Mas meia hora foi tranquilo, descemos o morro em frente ao acampamento e a Ane foi guiando os camelos sozinha enquanto o dono dos animais vinha pedindo aulas de inglês pro Renner atras. Foi uma experiência e tanto andar de camelo e ainda no meio do deserto foi melhor ainda. E lógico que tiramos varias fotos antes, depois e durante, rs. Quando voltamos, foi a vez do Adrian e da Hana, tiramos algumas fotos enquanto eles subiam nos camelos, igual eles fizeram com a gente, e voltamos pra sombra, fizemos um lanchinho e quando eles voltaram do passeio deles, decidimos subir no morro bem atras do acampamento pra ver o por do sol, que já estava quase na hora.
Lá de cima a vista era ainda melhor, víamos todo o vale onde ficava nosso acampamento e as montanhas todas ao redor. Esse deserto ao contrário daquele que vemos nos filmes, não é só areia, aparentemente cada deserto do mundo é meio diferente um do outro, cada um tem suas características. Esse deserto no sul da Jordânia tem muitas pedras avermelhadas e por isso a areia também tem essa coloração, mas ao invés de vermos dunas por todo lado, vemos montanhas rochosas, o que é bem diferente do que você imagina quando vai pra um deserto pela primeira vez.

O por do sol ficou ainda melhor com essa paisagem ao redor. Não tem muitas palavras pra explicar esse tipo de experiência, é uma daquelas coisas que você tem que estar lá pra ver e sentir.
Quando descemos, nosso guia beduino já estava preparando nossa janta, já fomos pra dentro da tenda e batemos um papo ate a hora da comida. Antes de o beduino levar a comida pra tenda, ela nos chamou lá fora e pra nossa surpresa, eles faziam a comida do mesmo jeito que os Maoris, o povo nativo da Nova Zelândia. Eles colocam todos os ingredientes na panela e colocam pra cozinhar dentro da areia!!
A comida estava boa, só não muito temperada como nós estamos acostumados a comer, mas pelo menos não tinha gosto de terra como a comida maori. Depois da janta já estávamos todos mortos de cansaço e já fomos preparar nossas camas pra dormir. O casal belga sugeriu de colocarmos as camas do lado de fora assim poderíamos ver as estrelas ate que o sono viesse e continuar conversando! E assim lá fomos todos pegar as camas de dentro dos quartos e colocar do lado de fora ao ar livre. Pegamos as cobertas, deitamos e ficamos batendo papo vendo as estrelas. O céu era tão escuro que as estrelas ficavam super brilhantes, e ate chegamos a ver estrelas cadentes, foi muito legal. O deserto se chama Wadi Rum, que quer dizer vale da lua, mas infelizmente nao a vimos porque era noite de lua nova, ou seja, sem lua. O silencio que se ouve, ou não se ouve, também ajuda a tornar tudo aquilo uma experiência inesquecível.

Acordamos com o sol já brilhando no céu e fomos tomar café, que não foi lá aquelas coisas mas valeu pra encher a barriga, já que teríamos um longo dia pela frente. Depois do café, colocamos as camas de volta no quarto e pegamos as coisas pra já irmos pro jeep, que de lá do acampamento já tomou o rumo da vila na beira do deserto. Estava acabando nossa experiência pelo deserto e fomos aproveitando pela ultima vez a vista que tínhamos do jeep pelo caminho de volta.
Ao chegarmos no escritório do guia, ele nos falou que tínhamos que pegar um ônibus pra Petra e de lá pegar outro pra Amman. Poucos minutos depois o mesmo motorista que nos levou pro deserto chegou lá, embarcamos no ônibus e seguimos de volta pra Petra. No meio do caminho, nossos amigos desceram pra pegar outro ônibus porque os três estavam indo pra outra cidade mais ao sul, a despedida acabou sendo bem rápida mas quem sabe um dia voltamos a nos ver. Ao chegar em Petra, o ônibus já foi direto pra um terminal de ônibus onde o ônibus pra Amman já estava praticamente saindo. Corremos e conseguimos dois dos últimos lugares lá no fundão. A viagem foi bem cansativa porque estávamos apertados com todas as malas conosco lá dentro, mas pelo menos tinha ar condicionado!
Ao chegarmos em Amman, já sabíamos mais ou menos para onde ir e foi bem mais fácil pegar um taxi pro centro da cidade pro mesmo hotel que ficamos antes. No hotel, fizemos umas pesquisas sobre Israel e a noite saímos pra comprar umas lembrancinhas.

No dia seguinte iríamos pra Jerusalém, mas acordados os dois com dor de barriga, e como não sabíamos como iria ser a viagem, decidimos perder um dia em Israel, mas viajar se sentindo um pouco melhor do que estávamos. Então ficamos a maior parte do dia no quarto do hotel, planejando a viagem pra Israel. Nessa manha recebemos a noticia de que nosso sobrinho Igor tinha nascido!! Alegrou nosso dia!!! Nao fizemos muita coisa por lá, como já tinhamos conhecido Amman antes ficamos descansando e fomos dormir meio cedo pra sairmos cedo no dia seguinte.


Renner & Ane Gimenes
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Jordania - Amman & Petra

Chegamos na Jordânia e já no aeroporto começamos a ver como o Oriente Médio é diferente do resto do mundo, tanto as pessoas e suas crenças quanto a geografia do lugar. Também voltamos a ter problemas com a língua, já que não muita gente parecia falar inglês, mesmo no aeroporto. O aeroporto parecia meio pequeno pro que eu estava esperando do pais mas assim que pegamos o ônibus e ele saiu do terminal vi que tinham umas obras imensas pra construção de um outro terminal muito maior e bem mais moderno.
Chegamos num terminal de ônibus já em Amman, e lá tinhamos que pegar um taxi ate o centro da cidade. No hotel fizemos checkin e fomos dar uma volta e almoçar. Estávamos empolgados para comer comida árabe, já que o pouco que conhecíamos da comida árabe no Brasil, nos dois gostávamos. Acabamos comendo o prato principal da comida deles, pão pita e hommus, uma pasta feita de grão de bico. Tava muito bom, e de lá seguimos, de barriga cheia, pro Teatro Romano, construído pelos romanos na época do império. Bem interessante, talvez porque esperavamos ver esse tipo de coisa em Roma e não aqui.
Depois fomos para o topo da montanha no centro da cidade para ver a Citadela. Tivemos um pouco de dificuldade pra encontrarmos o caminho ate lá, mas subimos umas ruas, seguimos as informacoes de uns locais, escalamos umas pedras e por fim chegamos, só pra depois percebemos que entramos pelo lugar errado, porque a entrada do lugar e a bilheteria ficavam do outro lado do morro. Bom, já estávamos lá dentro mesmo, ai fomos dar uma volta, ver a vista da cidade lá de cima e os restos dos templos que um dia existiram lá em cima. Diz a lenda, que o templo de Hercules ficava lá, e que os destroços que existem lá são desse templo, vai saber neh. 

Enquanto andávamos, um guia estava por lá oferecendo seus serviços para todos os turistas, e já veio falando em espanhol com a gente, ai pra despistar, falamos que nao falávamos espanhol e que éramos brasileiros. Ai ele apontou pra uma menina ali perto e falou que ela tbm era brasileira!! Ai já começamos a conversar com ela e depois de um tempão fomos continuar a ver a citadela. Vimos, tiramos fotos e achamos meio sem graça, mas valeu por termos conhecido uma brasileira, Flavia, de Manaus, que morava na Espanha. De lá, fomos ate um café conhecido na cidade, tao conhecido que ate o Rei da Jordânia vai lá de vez em quando. Depois de algumas horas lá papeando e comendo o tradicional pão pita com hommos de novo, voltamos pro hotel. Gostamos do que vimos de Amman e apesar de não ter muito o que fazer, visitamos os pontos turísticos, comemos comidas tradicionais e achamos o ambiente bem legal, e tudo em um dia só!

No segundo dia saímos cedo com um tour que pegamos que pararia em alguns lugares e nos deixaria na cidade de Petra. A primeira parada foi em Madaba, em uma igreja católica que tinha o chão coberto com um mosaico da terra santa. Hoje em dia, só uma parte sobrou mas se pode ver claramente a cidade de Jerusalém, mostrada dentro dos muros. Apesar de ser uma igreja católica, nos gostamos de visitar essa igreja por ser um lugar cristão, porque o que já tínhamos visto de templos de todas as outras religiões ate agora não é brincadeira. E ver algumas passagens bíblicas todas feitas em mosaicos foi bem interessante.
De lá fomos para o Monte Nebo, onde foi construída uma igreja no local da morte de Moisés. A igreja também tem uns mosaicos interessantes, mas só pudemos ver alguns e as fotos dos maiores que estavam dentro da igreja que estava em reforma. Atras de igreja tem uma vista muito legal, se pode ver o Mar Morto a cidade de Jericó a distancia e o vale onde é a fronteira entre Jordânia e Israel. Essa vista, na verdade, foi a parte mais interessante do monte Nebo.
Descemos do monte já em direção ao Mar Morto, nossa próxima parada. A vista era bem legal, tudo meio desértico, pena que a Ane não estava vendo nada e nem curtindo nada, passando mal em todo o caminho ate o pé do morro.
Lá em baixo, paramos numa praia que mais parecia um resort. Pagamos uma bolada pra entrarmos e nem paramos na piscina, nem nas espreguiçadeiras que tinhamos direito e fomos direto pro mar!! Toda a borda da água é cheia do sal, o chão é meio que feito de pedras de sal na parte rasa da água. Quando você entra na água, já consegue sentir na pele que tem algo diferente com a água. Da pra ver o óleo da sua pele na água em volta do seu corpo. E quando vc tenta afundar o corpo todo na água, simplesmente não da!! Você começa a boiar !!! É realmente impressionante, da ate pra ler um livro boiando na água.
Depois ainda paramos sobre outro vale com uma vista bem legal da cidadelá embaixo. Depois a ultima parada foi num castelo da época das cruzadas, que apesar de não estar tao preservado como outros daquela região, foi bem legal de ver os tuneis, toda a estrutura das partes de dentro e lógico que a vista do lado de fora com aquelas torres enormes muro acima.
Mais pro fim da tarde, chegamos na cidade de Wadi Musa (Vale de Moisés), mais conhecida como Petra. Andamos ate uma guesthouse que tinha uma área externa bem legal, com uma tenda grande em estilo beduíno, o povo do deserto. O ambiente era bem legal, cheio de mochileiros e quando serviram a janta então, ficou melhor ainda!! Um buffet com varias comidas típicas árabes. Ótima comida, ótima vista do vale onde fica Petra e uma área bem legal pra se conhecer varias pessoas. Foi uma dos melhores lugares que ficamos em um bom tempo de viagem.


No dia seguinte, ficamos sabendo que tinha um brasileiro ficando lá tbm e acabamos conhecendo o Jorge ainda de manha, ai fomos almoçar juntos num restaurante no centro. Voltamos pro hotel, demos mais uma papeada, uma descansada a tarde, usamos a internet um pouco e combinamos de irmos os três pra Petra no dia seguinte cedo. A janta foi muito boa de novo e fomos dormir meio tarde pra quem ia levantar antes das 6 da cama.

Acordamos cedo para irmos para Petra. Pegamos a van da guesthouse que nos deixou na entrada. Fomos descendo pelo caminho e a medida que descíamos víamos canions cada vez maiores. E todo o caminho era no meio das montanhas de pedras ate que chegamos no palácio mais conhecido. Foi lá que foi filmado o Indiana Jones e a última cruzada.


É realmente impressionante o fato que a tantas centenas de anos atras aquilo foi feito simplesmente entalhado nas pedras e ainda esta lá do mesmo jeito ate hoje. Muitas das cavernas já estão sem os detalhes que um dia foi entalhado do lado de fora mas as cavernas continuam lá. Depois continuamos pelo caminho ate um outro palácio no topo de um monte e que era dos principais e o mais longe da entrada. Andamos um tempão vendo varias ruínas romanas e outras cavernas usadas pelos moradores da antiga cidade de Petra. Ao chegarmos lá em cima vimos outro palácio quase tão impressionante quanto o anterior, aliás os dois são bem parecidos. O caminho pra descer foi bem mais fácil e rápido e começamos a voltar pelo meio dos canions ate uma escadaria que levava ate o topo de outro morro. Vários minutos depois estávamos lá em cima praticamente mortos de cansaço. Vimos um altar de sacrifícios lá no topo, que era como uma piscininha rasa e uma mesinha na frente. De lá tambem tinha a vista de praticamente todo o lugar. Muito legal ! Víamos quase todos os caminhos que andamos pelo meio dos canions, as ruínas romanas na parte aberta e o começo do caminho para a primeira montanha que subimos.

Descansamos um pouco com aquela vista impressionante aos nossos pés e partimos para a descida e volta pra guesthouse. Quando chegamos no chão todo o caminho estava cheio de tours, guias e burrinhos, o que deixava praticamente impossível a tarefa de tirar uma foto de voce sozinho na frente dos palácios. Ainda bem que como chegamos bem cedo nao tivemos esse problema.
Na saída rachamos um taxi e voltamos para a guesthouse só para tirar um cochilo a tarde já que estávamos podres de andar tanto debaixo do sol forte que fazia lá. Mais tarde ao por do sol, jantamos e combinamos o tour que faríamos no dia seguinte.

Iríamos passar a noite no deserto!!!


Renner & Ane Gimenes
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